
Começou a dedicar-se à ilustração de forma descomprometida enchendo as páginas dos seus diários gráficos de rabiscos enquanto bebia café com os amigos. Há cerca de dois anos começou a dedicar-se mais seriamente ao seu trabalho ilustrativo procurando a sua identidade artística.
Actualmente continua a entregar-se à ilustração e à criação de narrativas visuais surrealistas e oníricas. Dá forma aos seus universos através de técnicas analógicas procurando recorrer o mínimo possível a ferramentas digitais. O aparo, a tinta da china e aguarela são os materiais privilegiados.