Américo Almeida – 3ª Lugar “Opostos”


De Santa Maria da Feira, já com cinquenta e picos de idade, por isso filho da geração de 60. Casado, pai de dois filhos.

Profissionalmente, topógrafo e desenhador técnico na área de engenharia e arquitectura.

Desde cedo com um gosto especial pelos rabiscos, pintura, desenho e ilustração, talvez por influência da Banda Desenhada e livros infantis (de que guarda e colecciona, sobretudo dos tempos da sua infância).

Apesar de alguma formação, como uma passagem pelo Centro de Artes de S. João da Madeira e alguns cursos avulsos, considera-se essencialmente um auto-didacta, sempre a aprender e a absorver o que de bom se faz.

Sem uma técnica específica, porque gosta e vê em todas uma forma de expressão, nos últimos tempos tem dado especial atenção às ferramentas digitais, usando programas como o Krita e sobretudo o Inkscape, pelo que os seus recentes trabalhos têm essencialmente uma base vectorial.

Desde há algum tempo, mesmo que numa perspectiva de lazer, produz ilustrações para venda em agências de stock imagens como a 123RF, Dreamtimes e Shutterstock. Mas também tem partilhado trabalhos de forma livre e gratuita em espaços como o Pixabay.

Devido a este contexto específico de produção, onde a variedade de temas importa e de algum modo procura-se corresponder a interesses gráficos e comerciais de terceiros, assume não usar de uma liberdade expressiva mais ampla e mesmo experimentalista. Em parte devido a esse mercado, assume não ter um estilo próprio, definido e identificativo, mas considera que tal não é relevante porque privilegia a liberdade criativa.

Considera-se um fascinado pela boa ilustração e de diferentes estilos, mas se tiver que indicar algumas referências, à cabeça o mestre Luis Filipe de Abreu (com quem já teve o privilégio de contactar e ser prendado) e a saudosa Maria Keil, mas muitos outros. Curiosamente estes foram os ilustradores dos dois primeiros livros de leitura da escola primária e desde aí o fascínio e respeito pela obra de ambos, mesmo que com diferenças plásticas.

Obviamente que gostaria de viver da ilustração, ou de um boa parte, mas considera já não ter idade para sonhos e por isso ilustra essencialmente por prazer. De quando em vez decide participar num ou noutro concurso, como agora na Ilustração Contemporânea Portuguesa. Antes, no concurso da capa de Natal do Jornal de Notícias, uma menção honrosa em 2017 e um lugar na galeria de 2018.

Com o estímulo do 3º lugar no tema “Opostos” promovido pela Ilustração Contemporânea Portuguesa, talvez o pretexto para mais e futuras participações.

Outros Vencedores


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